Interessante observar que a rede têm sido responsável pela difusão de recortes históricos ignorados pelos livros didáticos e pouco comentados entre acadêmicos. Parabenizo a iniciativa dos sites e blogs que divulgam e colocam em debate questões como estas. Créditos ao site Ceticismo.net e ao Ilmo. Guilherme Brentano que me indicou o artigo.
"A Rebelião de Taiping - O massacre de dezenas de milhões de chineses
Neste artigo, queremos transcrever um fato quase desapercebido pela maioria das pessoas, que foi um dos episódios mais sangrentos da China do século XIX, antes das tragédias que viriam a ocorrer no século XX que antecederam a formação da moderna China dos dias de hoje.
É também um dos mais negros episódios do Cristianismo, em que teve influência nas origens desse conflito, no qual teve o saldo estimado de cinquenta milhões de mortos. E é amplamente desconhecido, e está na hora de divulgar o assunto.
Com isso, queremos demonstrar um dos perigos que representa o fanatismo religioso e as loucuras messiânicas.
Origens
Enquanto os chineses entraram em conflito com a Europa e a cultura europeia durante a Guerra do Ópio e depois, também foi convulsionada por uma série de rebeliões em meados do século XIX. Com a rebelião de Nien (1853-1868), várias rebeliões muçulmanas no sudoeste (1855-1873) e noroeste (1862-1877) e especialmente, a rebelião Taiping.
As consequências para a China durante este período foram devastadoras. Somente a rebelião de Taiping sozinha, que durou cerca de vinte anos, cerca de trinta a cinquenta milhões de chineses morreram em consequência direta deste conflito. Na verdade, o período de 1850 a 1873 viu, como resultado de rebeliões, seca e fome, a população da China, encolheu mais de sessenta milhões de pessoas. Juntamente com a humilhante derrota nas mãos de potências européias, a situação da China no século XIX era verdadeiramente trágica.
A rebelião de Taiping porém, é uma perturbação interna, misturada com conflitos contra o Ocidente. E com a combinação de ambos os padrões culturais europeus e chineses, criou-se uma única mistura altamente volátil. A pessoa que surgiu desta mistura foi Hung Hsiu-ch’üan (1813-1864), o líder da rebelião.
[...]"
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Abaixo um esquema - resumo do tema Pré- História. ( Clique sobre a figura para ampliá-la)
PALEOLÍTICO (Até Aproximadamente 10.000 a.C)
Por viver da caça e da coleta o homem era nômade de vivia coletivamente.
- regime de comunidade primitiva
- atividades econômicas: caça, pesca e coleta de frutos, raízes e ovos.
- instrumentos rudimentares feitos de ossos, madeiras ou lascas de pedra (sílex): raspadores, furadores.
- nomadismo. - domesticação (controle) do fogo.
- habitação: cavernas, copa de árvores ou choças feitas de galhos.
- propriedade coletiva das terras, águas e bosques.
- pintura rupestre.
- sepultamento dos corpos.
NEOLÍTICO (Aproximadamente 10.000 - 4.000 a.C)
Com a revolução agrária o homem tornou-se sedentário. Teve início a transição do coletivismo para o individualismo. Agrupados em comunidades, firmaram os rudimentos das trocas das propriedades e da urbanidade.
-Revolução Neolítica ou Agrícola
-Agricultura: cultivo de plantas.
-Pecuária: criação (domesticação) de animais.
- importância da mulher.
- aldeias. - sedentarização.
- aumento da população.
IDADE DOS METAIS
- dissolução das comunidades neolíticas
- cobre, bronze e ferro.
- produção de excedente.
- aumento da população.
- armas.
- aparecimento das classes sociais e da produção destinada a troca e não somente ao consumo pessoal.
- desigualdade social.
- propriedade privada.
- Estado.
- escrita.
- Civilização: sociedades baseadas no regime de servidão coletiva, de Estado absoluto (sociedades asiáticas: Egito e Mesopotâmia); e sociedades escravistas (Grécia e Roma).
PARA PENSAR:
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Além das Cavernas – Como Surgem as Primeiras Civilizações
0 Pessoas comentaram Escrito por Dizzara às 15:05As resenhas dos posts anteriores lidaram com temas essenciais para entendimento das primeiras civilizações que surgem na Terra. Enquanto que o “Mito e Realidade” nos mostra a importância dos mitos cosmogônicos para a sobrevivência de uma tribo, de um povo, Marx nos mostra que as primeiras civilizações possuem uma organização hierárquica, e primeiras relações de poder considerando a dialética, frutos da apropriação do excedente da produção. No entanto, para podermos progredir com o estudo das primeiras civilizações, mais um vez faremos o apanhado de informações já passadas e complementá-las com mais alguns estudos.
A Pré-História tem o estudo baseado em achados arqueológicos, desde esqueletários à pinturas rupestres ( feitas em cavernas que descrevem o dia-a-dia do homem pré histórico), diversos fósseis e análises de minerais contribuiram fundamentalmente para o entendimento sobre o que se passava nas tribos em uma Era em que o homem era um ser, sobretudo, instintivo. O registro de documental, pela escrita, vai surgir justamente como o divisor de águas entre História e Pré- História .
Estima-se que os hominídeos ( primeiros primatas com características humanas) surgiram na África há aproximadamente 4 milhões de anos, durante o processo de evolução física o homem se tornou mais hábil com as mãos e com o desenvolvimento de raciocínio aprendeu a criar e lidar com ferramentas. Essas habilidades dividirão a pré-história em períodos: Paleolítico ( instrumentos feitos a base de lascas de pedra, ossos e madeira), Neolítica ( marcada , sobretudo, pelo fim do nomandismo e o uso do fogo) que é dividida em Idade da Pedra Polida e Idade dos Metais.
Os estudos nos dizem, que além do homem possuir semelhança com os primatas encontrados nos dias atuais, inicialmente as tribos viviam como nômades, não que fosse de sua natureza, mas de sua condição de sobrevivência, visto que a caça era a principal atividade. Já havia algum tipo de organização, os homens buscavam semelhantes e viviam em pequenos bandos para se protegerem, a responsabilidade do grupo recaía sobre aquele guerreiro mais corajoso e se organizavam segundo o respeito ao mais forte, como ocorre com qualquer outro animal que se agrupa.
O homem era uma presa fácil à outros animais. Segundo Darwin e sua Teoria Evolucionista, o homem se desenvolverá fisicamente a ponto de caminhar totalmente ereto, o que lhe dá agilidade. Essa agilidade aliada à racionalidade é que tornará o homem nas Eras seguintes o maior predador do planeta. A partir do momento que este homem pré- histórico descobre o plantio, surgem as primeiras civilizações em torno de importantes rios, é o caso do Nilo e os Egípcios, Rio Amarelo e os chineses, por exemplo, essas sociedades inaugurarão a História Antiga e são chamadas de Civilizações Hidráulicas.
Nas postagens seguintes estudaremos as principais civilizações que surgem na História Antiga e como se desenvolveram, levando em consideração seus avanços científicos e seus mitos. Abaixo obrs que complementam essa primeira parte do estudo sobre a pré- história e o surgimento das civilizações.
BIBLIOGRAFIA INDICADA
CAJDAN,A. História do Mundo – A Sociedade Primitiva
A Origem
Abraços e até a próxima!
Marcadores: Pré - História
Acontece - Seminário : Introdução a O Capital de Karl Marx
0 Pessoas comentaram Escrito por Dizzara às 10:22
SEMINÁRIO DE CIÊNCIA POLÍTICA E SOCIOLOGIA
Pontifícia Universidade Católica de Goiás
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE
O CAPITAL, DE KARL MARX
Conferencistas:
Prof. Goyaz do Araguaia Leite Vieira (ECO/PUC-Go)
Prof. Silvio Costa (HGSR/PUC-Go)
29/out. a 02/dez./2009
Quarta-feira, das 16h às 18h.
Sala 207 B – Área II - Praça Universitária
Sistematicamente é anunciada e proclamada a morte do marxismo e que aqueles que acreditam, defendem e lutam para construir um novo projeto civilizatório, mais solidário e justo, estão ultrapassados.
Porém, a realidade é outra. A crise e a decadência do capitalismo promovem brutal concentração de riquezas em poucos mãos e países. A lógica da dominação imperialista reproduz o crescimento da miséria nos diferentes continentes. Provoca ao mesmo tempo, a degradação do meio ambiente e guerras em diferentes regiões. Aprofunda a desigualdade social e amplia o desemprego e o subemprego. Acentua a xenofobia, o racismo, o individualismo consumista e cria obstáculos a plena emancipação da mulher. É o capitalismo que, de tempo em tempo, demonstra que suas crises são freqüentes e inevitáveis.
Mas, apesar de toda crítica, o marxismo continua atual e é um instrumento teórico insubstituível para a análise e a transformação da sociedade contemporânea. Dispõe dos recursos analíticos e autocríticos que o capacitam a enfrentar os atuais desafios teóricos e políticos. A riqueza da obra de Marx revela sistematicamente sua vitalidade e demonstra ser inesgotável no estudo e na pesquisa em diversos campos das ciências humanas, da filosofia, da política, da economia política, da cultura, etc.
É nesse sentido que realizaremos esse seminário. Através dele daremos continuidade aos estudos introdutórios sobre as obras de Marx. Aqui, abordaremos apenas alguns capítulos de O Capital, objetivando fornecer as informações básicas que nos permitam entender um pouco mais a atual crise financeira e econômica que se abate sobre a economia capitalista mundial.
PROGRAMA:
* 28 de outubro – A Mercadoria (Cap. 1, Vol. I)
* 04 de novembro – Acumulação Primitiva (Cap. 24, Vol. I)
* 11 de novembro – Circulação de Capital (Caps. 1/4, Vol. II)
* 18 de novembro – A Reprodução do Capital
* 25 de novembro – Capital Financeiro
* 02 de dezembro – Crise do e no Capitalismo
Carga horária: serão fornecidos certificados com 12h de Carga Horária as/aos alunas/os que estiverem presentes em no mínimo 75% das conferências.
Bibliografia: Antecedendo cada conferência será enviada através da Internet, bibliografia relacionada ao tema. Solicitamos aos participantes, esforços no sentido de realizar leitura prévia dos textos indicados.
Observações importantes:
1 - Solicita-se aos participantes, a doação, como contribuição, de 02 (dois) quilos de alimentos não perecíveis, que sob a responsabilidade do Centro Popular da Mulher (CPM/UBM), serão encaminhados a Casa Abrigo de atenção à mulher mantida pelo Centro de Valorização da Mulher Consuelo Nasser (CEVAM).
2 - O número de participantes obedecerá aos limites impostos pelo espaço físico a ser utilizado, portanto o direito à participação será assegurado prioritariamente aos presentes na primeira conferência, conforme a ordem de inscrição.
inscrições
Com os professores de Ciência Política, Sociologia, Relações Internacionais, Jornalismo, economia e História do Direito e na Página Eletrônica da PUC-Goiás (www.ucg.br).
PROMOÇÃO E RELIZAÇÃO:
Coordenação em Ciência Política e Equipe de Sociologia /HGSR
Pontifícia Universidade Católica de Goiás
Organização e Coordenação: Prof. Silvio Costa
Apoio e Colaboração: Coord. dos Cursos de Jornalismo e Rel. Internacionais, profs. de Ciência Política, Sociologia, Antropologia e História do Direito (PUC-Goiás) e Centro Popular da Mulher (CPM/UBM).
* Para receber "O Capital" (Volume I) de Karl Marx deixe seu e-mail nos comentários.
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